A médica suíça Elisabeth Kubler-Ross elaborou nos anos 1960/70 um modelo para descrever os estágios por que passam os pacientes em estado terminal.
Tenho observado um padrão no processo de adesão ao Twitter que começa com a negação — “isso não serve pra nada” — até se atingir o estagio de deslumbramento pela descoberta do potencial do serviço.
Procurei e encontrei uma adaptação do modelo Kubler-Ross para o processo de adesão ao Twitter. Acho que ele pode fazer sentido e pode ajudar pessoas que não conhecem o Twitter a entender mais facilmente a ferramenta ou, pelo menos, nos ajudar a ter mais paciência com quem começa a descobrir o funcionamento do serviço.
Os estágios são:
- Negação - Por que alguém gastaria tempo querendo saber o que as outras pessoas estão fazendo?
- Presença - OK, eu não entendo direito essa história, mas, por via das dúvidas, vou criar uma conta.
- Descarregamento - Eu uso o Twitter para passar links dos posts do meu blog ou meus releases.
- Conversa - As coisas que eu publico nem sempre são úteis, mas eu consigo ter conversas 1x1.
- Micro-blog - Uso o serviço para conversar, me relacionar e passar conteúdo interessante.
Aqui o link para a origem do conteúdo Kübler-Ross for Twitter — Piano Player in a Brothel