PLANEJAMENTO COM ENGAJAMENTO




QUEM ESCREVE?
Eu sou Celso Hora.
Coordenador de planejamento estratégico na 4Ps, pai da Helena, marido da Karina, e viciado em novas tecnologias e formas de se fazer comunicação.



"Qualquer que seja a solução encontrada e a plataforma utilizada, o fundamento de tudo é fazer com que as pessoas se envolvam com as marcas."


INSPIRAÇÃO / REFERÊNCIAS:
Unplanned
Site da Foreplay
Beeck&Blog
MacMagazine
Blog Brainstorm9
Blog Comunicadores
Blog Estalo
Blog SimViral
Grupo de Planejamento
Blog de Guerrilha
Blog do Fabiano Coura
Viu Isso?
Blog Semáforos Digitais
Blog Adivertido
Blog E*ideias




STATUS:
Disponível para trabalhos freelancer! :)

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Wed Dec 9
trombei:

A médica suíça Elisabeth Kubler-Ross elaborou nos anos 1960/70 um modelo para descrever os estágios por que passam os pacientes em estado terminal.
Tenho observado um padrão no processo de adesão ao Twitter que começa com a negação — “isso não serve pra nada” — até se atingir o estagio de deslumbramento pela descoberta do potencial do serviço.
Procurei e encontrei uma adaptação do modelo Kubler-Ross para o processo de adesão ao Twitter. Acho que ele pode fazer sentido e pode ajudar pessoas que não conhecem o Twitter a entender mais facilmente a ferramenta ou, pelo menos, nos ajudar a ter mais paciência com quem começa a descobrir o funcionamento do serviço.
Os estágios são:
 Negação - Por que alguém gastaria tempo querendo saber o que as outras pessoas estão fazendo?
 Presença - OK, eu não entendo direito essa história, mas, por via das dúvidas, vou criar uma conta.
 Descarregamento - Eu uso o Twitter para passar links dos posts do meu blog ou meus releases.
 Conversa - As coisas que eu publico nem sempre são úteis, mas eu consigo ter conversas 1x1.
 Micro-blog - Uso o serviço para conversar, me relacionar e passar conteúdo interessante.
Aqui o link para a origem do conteúdo Kübler-Ross for Twitter — Piano Player in a Brothel

trombei:

A médica suíça Elisabeth Kubler-Ross elaborou nos anos 1960/70 um modelo para descrever os estágios por que passam os pacientes em estado terminal.

Tenho observado um padrão no processo de adesão ao Twitter que começa com a negação — “isso não serve pra nada” — até se atingir o estagio de deslumbramento pela descoberta do potencial do serviço.

Procurei e encontrei uma adaptação do modelo Kubler-Ross para o processo de adesão ao Twitter. Acho que ele pode fazer sentido e pode ajudar pessoas que não conhecem o Twitter a entender mais facilmente a ferramenta ou, pelo menos, nos ajudar a ter mais paciência com quem começa a descobrir o funcionamento do serviço.

Os estágios são:

  1. Negação - Por que alguém gastaria tempo querendo saber o que as outras pessoas estão fazendo?
  2. Presença - OK, eu não entendo direito essa história, mas, por via das dúvidas, vou criar uma conta.
  3. Descarregamento - Eu uso o Twitter para passar links dos posts do meu blog ou meus releases.
  4. Conversa - As coisas que eu publico nem sempre são úteis, mas eu consigo ter conversas 1x1.
  5. Micro-blog - Uso o serviço para conversar, me relacionar e passar conteúdo interessante.

Aqui o link para a origem do conteúdo Kübler-Ross for Twitter — Piano Player in a Brothel


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